
A igreja brasileira é marcada por uma história cheia de altos e baixos, semelhantemente as narrativas bíblicas, mas demoramos muito tempo para observar que negros tinham alma, que deficiência não era maldição, mas ainda, continuamos limitando nossas igrejas a alguns freqüentadores, e muitos ainda agem como deuses corrompendo assim o mandamento de Jesus narrado em João 15:12,17 onde percebemos a importância que há em amar o próximo, mesmo marcado por uma deficiência ou não.
As arquiteturas nos provam que a história e os construtores da mesma não estavam atentos a estes detalhes que hoje permeiam o congresso nacional e ganham status de lei, suas escadarias muitas vezes faraônicas são limitadores também faraônicos. Isso configura uma discriminação arquitetônica, que limita o acesso das igrejas a pessoas jovens e aos olhos da sociedade saudáveis, mas a palavra de Deus nos aponta que Ele ama a todos independentes de serem jovens ou idosos, com alguma deficiência ou não,(João 3:16) mas como um idoso entrará numa igreja depois de ter um AVC e sua igreja não preocupou-se no momento de sua construção com rampas? Isso sem falar com um cadeirante e banheiros adaptados ou um deficente visual que precisa de uma pista tátil para se encontrar no ambiente da igreja.
Nosso papel como ministros do evangelho do Senhor e proporcionar ao máximo às ovelhas de Deus a possibilidade de adorá-lo em um ambiente de comunhão e convivência saudável e que pratique as verdades bíblicas em seu cotidiano.
Pr. Adoniran Melo
Muito interessante isso pastor...
ResponderExcluirTalvez isto ainda aconteça porque também ainda existem alguns pastores faraônicos por ai né? Hehe
Mas está mudando, tudo muda e temos que mudar!