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16/06/2010

Decodificando a teologia brasileira II



Todas as pessoas no mundo inteiro concordam que o Brasil é de uma diversidade cultural gigantesca, uma diversidade que permeia o país de norte a sul. Quando pensamos na relação cultura teologia sabemos que uma esta inserida na outra. Quando estive na África pude perceber claramente esta relação, no balanço dos cultos em diversas cidades que visitei e inúmeras igrejas, mas em todas um só ritmo e um só entusiasmo, pude perceber uma relação contagiante entre estas idéias, identifiquei isso também em uma colônia japonesa no Pará, duas culturas diferensissimas, mas que servem como uma boa analogia para entendermos o papel fundamental da identidade teológica de cada povo.

A grande questão é esta. Como perceber esta relação cultura teologia no Brasil se nós absorvemos muitas diferentes maneiras de ver o mundo e conseqüentemente suas culturas e maneiras de ver o mundo? Nasci e passei a maior parte de minha vida no norte do Brasil, fiz viagens de barco, canoa, pau de arara e a pé, cheguei ao sul e posso ver claramente as diferenças entre o norte e o sul do Brasil e em função desta experiência, nasce outra questão importante. A teologia que é produzida no norte é a mesma que é no sul? Já que esta relação, teologia e cultura é bem evidente na formação do teólogo de qualquer lugar do mundo, será que temos também diferenças entre o sul e o norte do Brasil?

Dica para o pai de primeira viagem



Recentemente tive a maior e mais importante experiência com minha amada esposa a chegada de nosso filho, mas os momentos que antecederam este mágico instante, foram de muita ansiedade e apreensão, mas graças a Deus tínhamos previsto isso e deixamos tudo certinho para que nenhum transtorno acontecesse. Então ai vão algumas dicas para os papais de primeira viagem, pois nós homens temos muitas dificuldades neste momento.

1. Faça a malinha com as roupas da mãe e do bebê no mínimo com 3 meses de antecedência, na hora H você só vai precisar pegar e por no carro, claro faça uma malinha separada para o primeira troca de roupa para seu filho, pois nesta hora você pode se atrapalhar um pouco para escolher a roupa certa. É bem melhor já ter tudo prontinho né.

2. Assista o parto. No começo eu era irredutível não queria assistir de maneira nenhuma, mas aos poucos fui convencido e graças a Deus fui convencido, foi o momento mais importante de toda a minha vida.

3. Deixe sua câmera ou melhor suas câmeras prontas, se uma der problema você tem a outra, foi o que aconteceu comigo. Registro tudo, tudo mesmo senão depois você pode ficar com aquela sensação de que faltou fotografar algumas coisa e isso é terrível.

4. Se possível faça o curso para pais que as maternidades oferecem, pois ajudam muito na hora de entrar na sala com sua esposa e depois também pra trocar fraldas dar banho e outros momentos maravilhosos com seu filho.

5. Se a ansiedade do momento deixar escreva um roteiro de tudo que esta acontecendo com você, pois a sensação às vezes é de estar caminhando para o altar com sua esposa e casar depois você não lembra de muita coisa, mas se fizer isso poderá até interpretar sua ansiedade e curtir mais as fotos e registros com sua esposa, afinal tá tudo registrado em seu caderno.

6. Troque fraldas, não se preocupe não tem cheiro nenhum.

7. Dê os primeiros banhos. Este foi um conselho do meu amigo Ricardo seu argumento é bem lógico e coerente, a mãe tem muitas ligações com seu filho e se o pai não participar suas relações serão deficitárias.

8. E a mais importante das dicas. Sua esposa estará muito cansada por todas as coisas e com uma potencial depressão pós parto, então lembre-se ela precisa muito de você neste momento.

07/06/2010

Santidade – Jonathan Edwards



A principal razão para que as Escrituras chamem os cristãos e suas virtudes de "espirituais" é a seguinte: o Espírito Santo produz nos cristãos resultados que se harmonizam com a verdadeira natureza do próprio Espírito.


Santidade é a natureza do Espírito de Deus, portanto, as Escrituras chamam-nO de Espírito Santo. Santidade é a beleza e doçura da natureza divina e a essência do Espírito Santo, assim como o calor é a natureza do fogo. Este Espírito Santo vive nos corações dos cristãos como uma fonte de vida, agindo neles e dando de Si mesmo a eles em Sua doce e divina natureza de santidade. Ele leva a alma a partilhar da beleza espiritual de Deus e da alegria de Cristo, de modo que os crentes associem-se com o Pai e com o Filho, pela participação no Espírito Santo. Assim, a vida espiritual nos corações dos crentes é igual em natureza à própria santidade de Deus, embora em grau infinitamente menor. E como o sol brilhando num diamante. O brilho do diamante é igual em natureza ao brilho do sol, mas em grau menor. E isso que Cristo quer dizer, em Jo. 3:6: "o que é nascido do Espírito, é espírito." A nova natureza criada pelo Espírito Santo é da mesma natureza do Espírito que a criou; assim, as Escrituras chamam-na de natureza espiritual.


O Espírito opera dessa forma somente nos verdadeiros cristãos. Judas descreve os homens de mente mundana como os "que não têm o Espírito" (Jud. 19). Paulo diz que somente os verdadeiros cristãos têm o Espírito Santo neles; e "se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dEle" (Rom. 8:9). Ter o Espírito Santo é sinal certo de estar em Cristo, de acordo com João: "Nisto conhecemos que estamos nele, e ele em nós, pois que nos deu do seu Espírito" (I Jo. 4:13). Em contraste, um homem natural não tem experiência de coisas espirituais; falar delas é tolice para ele, pois não sabe o que significa. "Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las porque elas se discernem espiritualmente" (I Cor. 2:14). Jesus mesmo ensinou que o mundo incrédulo não conhece o Espírito Santo: "o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece" (Jo. 14:17).


E claro, portanto, que os efeitos produzidos pelo Espírito Santo nos verdadeiros cristãos são diferentes de qualquer coisa que o homem possa produzir pelo poderes humanos naturais. É isso que eu quis dizer ao afirmar que as emoções espirituais verdadeiras surgem de influências sobrenaturais.


Disso se segue que os cristãos têm uma nova percepção ou concepção interna em suas mentes, totalmente diferente em natureza de qualquer outra coisa que tenham experimentado antes de serem convertidos. É, por assim dizer, um novo sentido espiritual para coisas espirituais. Esse sentido é diferente de qualquer sentido natural, assim como o sentido do paladar é diferente dos sentidos de visão, audição, olfato, e tato. Por esse novo sentido espiritual, o cristão compreende as coisas de modo diferente da percepção possível ao homem natural; é como a diferença entre simplesmente olhar para o mel e de fato experimentar sua doçura. É por isso que as Escrituras muitas vezes comparam a obra da regeneração pelo Espírito à aquisição de um novo sentido - visão para o cego, audição paia o surdo. Sendo esse sentido espiritual mais nobre e excelente do que qualquer outro, as Escrituras comparam sua concessão ao ressuscitar dos mortos e a uma nova criação.

Fonte: JonathanEdwards.com.br

04/06/2010

A teologia do sinal de Deus em LIBRAS II



Um dos axiomas teológicos que tem a ver com a ortodoxia acerca da divindade são os conceitos de oniciência, onipotência e onipresença, porém acerca do sinal em LIBRAS temos um sinal que designa estes três conceitos, mas para ele ser bem compreendido fazemos uma composição de sinais por exemplo, Deus+ter+tudo+poder seria onipotência.

Para elucidar os conceitos teológicos em língua de sinais trabalhamos com a composição de sinais. Este tipo de pratica é bem curiosa para mim, pois língua de sinais é gesto-conceitual, me pergunto agora e gostaria de compartilhar esta incógnita com você que por um motivo ou outro esta lendo isso. Não seria possível pensarmos em onipotência de uma maneira mais sintética, ou seja um sinal somente que descrevesse este conceito?